quinta-feira, 26 de novembro de 2009

...A Menina que Roubava Livros...


“Quando a morte contar uma historia, você deve parar para ler”
A menina que roubava livros é um romance, escrito por um australiano, Markus Zusak. É uma narrativa que prende o leitor, com um narrador um tanto quanto inusitado, A morte. Liesel Meminger, é uma garota que se encontrou com a narradora diversas vezes ao longo de sua vida e foi observada pela curiosa colhedora de almas. Ao longo do livro Liesel enfrenta diversos desafios, dentre eles o de conviver com um judeu em plena Alemanha Nazista. A partir dessa convivência, a personagem começa a se questionar, por não compreender porque tratavam de forma tão brutal uma pessoa, que no seu ponto de vista era igual a qualquer outra. Liesel sofre grandes perdas, e no final a vila em que mora é bombardeada, todos morrem menos ela. Ao final do livro, quando encontra a narradora pela ultima vez, tira sua última conclusão: "Os seres humanos me assombram".
>>Decah.

terça-feira, 3 de novembro de 2009

...O Homem Medíocre...


O Homem Medíocre vem retirar de seus leitores o véu da ignorância sobre determinados assuntos da sociedade e sobre nossa própria personalidade. É obvio que um autor do gabarito de José Ingenieros só poderia ser assim: Esclarecedor. Quando estava fazendo a leitura, alem de me enquadrar em determinados pontos, é obvio que discordo de algumas coisas, na minha modesta opinião somos seres diferenciados por nossa capacidade de pensar e raciocinar criticamente sobre tudo. Tudo mesmo. Mas como eu disse um autor fora de serio que em uma linguagem clara, precisa te leva a homens, instituições e governantes medíocres e que o pior de tudo elegemos para que sejam nossos representantes. Mais uma leitura obrigatória.
>>M.H.

...1808...


“Em Portugal precisaria de 500 anos para ser tornar Conde, no Brasil 500 contos”.
Verdadeiramente muito esclarecedor sobre a vinda da corte de Portugal para o Brasil colônia em 1808. O então príncipe regente D. João VI e sua mãe a Rainha louca Maria I e toda tropa. Sendo o único Soberano a passar por terras americanas e morar por 13 anos, alem de deixar sua prole D. Pedro I, e a partir daí sendo um divisor de águas na historia recente de nosso país na busca incessante de um país Democrático de Direito. Não com essa nomenclatura é obvio, mas um país livre e igual a todos nós.
Fruto de uma pesquisa de dez anos, Laurentino Gomes retrata nas suas 351 paginas a historia de personagens caricatos e um dos momentos cruciais de nossa historia. Leitura mais que obrigatória.
>>M.H.

sábado, 24 de outubro de 2009

...Elogio da Loucura...


Quando estava lendo este livro, logo me imaginei no seguinte ambiente: Imagine um consultório de um analista e um divã vermelho (não sei por que vermelho, mas era vermelho), onde eu era o analista e no divã estava a senhora da minha vida: A Loucura vangloriando-se. Rsrsrsrs
Um livro simplesmente maravilhoso critica e muito divertido. Alem de ter abalado instituições da época, detona a postura dos seres humanos e instituições em determinadas situações. Como o próprio autor descreve uma carta em forma de resposta a Dopius por tê-lo criticado, o autor revela que este livro fora um passatempo pois estava na casa de um amigo e sentindo fortes dores, resolveu escrever para passar o tempo. Pode um coisa dessa. Kk. Com certeza este sim é leitura obrigatória.
>M.H.

...O Recurso...



O livro narra a historia de um julgamento histórico numa cidadezinha no interior do Mississipi.
Uma grande empresa desta cidade por vários anos despejava produtos tóxicos no solo, onde acabou atingindo os lençóis freáticos contaminado a água sendo estes produtos cancerígenos. Nisso a cidade se tornou um pólo de pessoas com câncer. Ate que um casal de advogados levou um dos casos para o tribunal onde conseguiram uma sentença de 41 milhões de Dólares de indenização. A empresa é claro recorreu onde o dolo da empresa, um magnata de Wall Street junto com uma equipe especializada em eleições, elege um membro do Judiciário para reverter a sentença. O final da historia vocês saberão se lerem.
>>M.H.