segunda-feira, 19 de julho de 2010

...Operação Cavalo de Tróia...


“Existirão fronteiras intransponíveis entre o passado o presente e o futuro?
O passado já não existe senão como memória?
O presente se extinguirá como o passado?
E o futuro, já existirá neste momento?
Em seu refúgio no México, no fim da vida, um militar e cientista da Força Aérea norte-americana confia ao autor deste livro documentos que, surpreendentemente, revelam a execução de uma experiência que lhe permitiu voltar no tempo quase dois mil anos e ser testemunha ocular e participante dos últimos dias de Jesus Cristo na Terra, desde sua entrada em Jerusalém ate sua prisão, julgamento, crucificação e ressurreição.
Esta prodigiosa experiência, batizada pela NASA de “Operação Cavalo de Tróia”, teria sido realizada sigilosamente em 1973, em pleno coração de Israel.
O que se segue é um relato, no mínimo impressionante pelos detalhes e minúcias, dos acontecimentos daqueles dias.
Testemunha ocular? Imaginação ou realidade?
Usando palavras do próprio autor: “como aconteceu com Júlio Verne, só o futuro poderá dizer se este relato foi ou não verídico”. “
>>M.H.

...Se um Viajante numa Noite de Inverno...


“Se um viajante numa noite de inverno” é uma obra do cubano – mas italiano de coração – Ítalo Calvino, conhecido na literatura mundial como o poeta do absurdo – ou, na verdade, um adepto do surrealismo literário; ele é um dos poucos que com a pena consegue se assemelhar às proezas de Dali no terreno das artes plásticas.

Nesse livro, originalmente publicado em 1979, Calvino escreve para e sobre aqueles que gostam de ler. Assumindo a audácia de escrever toda a história através de uma narração em segunda pessoa – e é isso mesmo, meus caros, 2ª pessoa! – dirige-se o tempo todo para o leitor, que é transformado no personagem principal. O livro, então, usa como recurso um leitor hipotético que ganha densidade em cada um de nós; ele não tem nome ou descrições, justamente para que possa se amoldar àquele que lê. Mas como isso é possível? Ora, Calvino desenvolve sua obra em diálogo com seu leitor (nós) através de frases como “agora você vai fazer isso...” ou “você adentra ao recinto e percebe dois homens olhando para você”. O imperativo e o tempo no presente são as chaves para dar a sensação de que se está lendo um livro em terceira dimensão.

Após um pouco desse diálogo entre autor e seu leitor hipotético, este descobre que o livro que tem nas mãos está incompleto, sem final. Voltando a livraria onde adquirira o exemplar descobre que todos os livros apresentam idêntico problema; e mais, outros livros estão embaralhados: o mercado literário foi inundado por obras com capítulos misturados entre si. O leitor terá agora um desafio, pois curioso para saber o fim da obra que tem nas mãos, terá se descobrir sua história nas páginas de outros livros. Com isso, Calvino abre as portas pelas quais nós somos transportados para uma trama na qual uma conspiração internacional pretende confundir os leitores de todo mundo. Mas qual seu propósito? Mistério...

Bem da verdade, o que o autor que é nos esbofetear com um livro desafiador enquanto faz ele mesmo uma crítica aos bestsellers que mais se parecem com novelas da Rede Globo – tão logo terminamos, já os esquecemos de lado. Aqui não, o livro nos inquieta e nos perturba, mas nos conduz compulsivamente para sua leitura página após página.
Enviado pelo seguidor Pedron. Obrigadooo
>>Decah

quinta-feira, 15 de julho de 2010

... A Fábrica de Papel...


“Imagine se puder aquele ponto onde o grande rio inicia sua corrida para o mar. Imagine que ele esteja em algum lugar entre a loja do señor. Urrutia e o colosso de Eiffel que, ate hoje, brota da lama de Iquitos. Imagine Floralinda como era: um milagre farfalhante no coração da selva, o brilho de um novo dia. Imagine o seu criador: um estudante da ciência que acredita em santos e que era discípulo de curandeiros. Como os índios da floresta amazônica gostam de dizer: um homem entra no universo porque é convocado. Os espíritos o chamam. Os movimentos começam. O destino se revela. Uma vez iniciado, não há retorno. Ele é a centelha entre o não ser e o ser, entre o vácuo e a vida – entre o silencio e a historia.”

>>M.H.

segunda-feira, 15 de março de 2010

...O Quinto Mandamento...



“Quarta-Feira, 30 de Outubros de 2002”.
“O que levaria uma aplicada estudante de direito, jovem e bonita, a planejar o assassinato dos pais e participar de cada etapa da elaboração do crime, prosseguindo sem hesitação ate a aterrorizante noite fatal? O que fez o namorado dela, um rapaz também aparentemente “normal”, encabeçar o plano com a ajuda do irmão?”
Assim, é o máximo que saberemos do caso Richthofen.
>>M.H.

sábado, 13 de março de 2010

...Inteligência Emocional...



Uma teoria que vem por em questão certas visões estreitas que ate hoje dominaram o conhecimento humano. Numa época em que se multiplicam manuais de auto-ajuda, tentando nos adestrar para a felicidade. O autor busca a ciência como guia para esta viagem pelos descaminhos da mente humana, sem prescrever formulas mágica, sem apontar terapias alternativas para a salvação humana.
>>M.H.